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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Professores em banho-maria

Pindaré-Mirim: 1/3 de férias dos professores em banho-maria e professor César Barroso assume a linha de frente na cobrança

Em Pindaré-Mirim, no Maranhão, a gestão do prefeito Alexandre Colares e da secretária de educação Rita Trindade está no centro de uma polêmica que afeta diretamente os professores da rede municipal. A causa da discórdia: o atraso no pagamento do 1/3 de férias, um direito constitucional que deveria ter sido pago em janeiro de 2025.

Atraso que se arrasta e milhões em jogo



Já se passaram quase dois meses do prazo legal, e os professores ainda não viram a cor do dinheiro. A situação se torna ainda mais revoltante diante da informação de que a prefeitura recebeu cerca de 20 milhões de reais do FUNDEB desde janeiro. A pergunta que ecoa na cidade é: onde está sendo investido esse montante?

Professor César Barroso na defesa da categoria

Diante da inércia do Sinproesemma, que deveria ser a voz dos professores, o professor César Barroso, ex-presidente do Sindicato Municipal de Pindaré-Mirim, tem se destacado na defesa da categoria. Barroso tem utilizado seu canal no YouTube, "Polemecast", para denunciar o atraso no pagamento do 1/3 de férias e cobrar uma ação da prefeitura.


Sinproesemma: de defensor a alvo de críticas

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipal do Maranhão (Sinproesemma), que deveria ser a voz dos professores, é agora alvo de críticas e desconfiança. A entidade é acusada de omissão e de "tapiar" os professores, utilizando membros da coordenação local para justificar o atraso e dar falsas promessas de pagamento.

A lei ao lado dos professores

A Constituição Federal, em seu artigo 7º, inciso XVII, é clara ao garantir o direito a férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal. 

Além da CF/88 existe também o Estatuto dos Servidores Públicos do município, lei 655 de novembro de 2001 em seu art. 102 que determina: Independentemente de solicitação, será pago ao servidor, por ocasião das férias, um adicional correspondente a 1/3 (um terço) da remuneração daquele período. Na mesma esteira, o Plano de Carreira do Magistério, lei 828/11 em seu art. 57, inc. 1 e parágrafo 2º reafirma e complementa: O período de férias anuais do titular de cargo de professor será: 1 - Quando em função docente, de 45 dias (quarenta e cinco dias); 2º - Independentemente de solicitação, será pago ao servidor, por ocasião das férias, um adicional correspondente a 1/3 (um terço) no mês de janeiro de cada ano.

A retenção do salário, ou de parte dele, é uma prática que fere os direitos dos trabalhadores e que merece ser repudiada.

Revolta e indignação na sala de aula

A falta de pagamento do 1/3 de férias tem gerado revolta e indignação entre os professores de Pindaré-Mirim. A categoria se sente desrespeitada e desvalorizada pela gestão municipal, que parece não priorizar a educação e o bem-estar dos profissionais.

A luta continua e a sociedade unida

Diante da gravidade da situação, os professores de Pindaré-Mirim não se calam e exigem uma resposta da prefeitura e da secretaria de educação. A categoria cobra um posicionamento firme do Sinproesemma, que deve defender os direitos dos professores e pressionar a gestão municipal para que o pagamento seja efetuado o mais rápido possível.

É fundamental que a sociedade acompanhe de perto essa situação e cobre das autoridades uma gestão transparente e responsável dos recursos públicos. A luta pela valorização dos professores e pela qualidade da educação é um dever de todos.

Palavras-chave: Pindaré-Mirim, professores, 1/3 de férias, atraso, Sinproesemma, FUNDEB, Constituição Federal, direitos trabalhistas, César Barroso, Polemecast

PGR denuncia Bolsonaro

PGR denuncia Bolsonaro: delações Explosivas e Denúncias de Golpe: O Cerco se Fecha Sobre Bolsonaro


Hoje, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o ex-presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa armada2. A denúncia foi assinada pelo procurador-geral Paulo Gonet e inclui mais 33 envolvidos, entre eles ministros do governo anterior, como o general Augusto Heleno, Anderson Torres e Walter Braga Netto.

A PGR alega que Bolsonaro liderou uma organização criminosa que buscava executar uma ruptura democrática no Brasil em 2022 e 2023. A denúncia também menciona que Bolsonaro teria incentivado as manifestações golpistas promovidas após a eleição e que ele é apontado como um dos incitadores dos atos violentos de 8 de janeiro.


Aqui está um resumo das delações de Mauro Cid:

Monitoramento de Alexandre de Moraes: Mauro Cid afirmou que Jair Bolsonaro ordenou o monitoramento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, como parte de um plano golpista.

Consultas sobre golpe de Estado: Bolsonaro teria consultado comandantes das Forças Armadas sobre a possibilidade de um golpe de Estado.

Planos de violência: A delação revelou planos para prender e assassinar autoridades, incluindo o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.

Interferência no relatório das Forças Armadas: Bolsonaro teria interferido na conclusão do relatório das Forças Armadas sobre as urnas eletrônicas para alimentar dúvidas sobre o sistema eleitoral.

Esses são alguns dos principais pontos das delações de Mauro Cid.

Se condenado, as penas máximas somadas dos crimes podem chegar a 28 anos de prisão

Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, tem um histórico de denúncias e investigações que se intensificaram durante e após seu mandato. Aqui estão alguns dos principais pontos:

Denúncia de hoje: 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa armada.

  • Ataques ao sistema eleitoral: Desde 2021, Bolsonaro adotou um discurso de ruptura institucional, questionando a segurança das urnas eletrônicas e promovendo desinformação sobre o sistema eleitoral.
  • Tentativa de golpe de Estado: A PGR afirma que Bolsonaro liderou uma organização criminosa que tentou subverter o resultado das eleições de 2022, culminando nos atos violentos de 8 de janeiro de 2023.
  • Envolvimento de aliados: Além de Bolsonaro, outros 33 indivíduos, incluindo ministros do governo anterior, foram denunciados por participação na organização criminosa e nos planos golpistas.
  • Planos de violência: A denúncia menciona planos para prender e assassinar autoridades, incluindo o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.


Aqui está um resumo das possíveis penas para os crimes pelos quais Jair Bolsonaro foi denunciado:

  1. Abolição violenta do Estado Democrático de Direito: Pena de reclusão de 4 a 8 anos.
  2. Golpe de Estado: Pena de reclusão de 4 a 12 anos.
  3. Organização criminosa armada: Pena de reclusão de 3 a 8 anos, podendo ser agravada se o condenado exercer o comando da organização.

Legislação que tipifica e prever crimes 

Aqui está um resumo dos artigos e leis que definem e preveem as penas e os crimes relacionados pela Procuradoria-Geral da República (PGR):

Organização Criminosa Armada:

Artigo 2º, caput, §§2º, 3º e 4º, II, da Lei n. 12.850/2013: Define a organização criminosa armada e prevê penas de reclusão de 3 a 8 anos, podendo ser aumentadas em até 4 anos se houver emprego de arma de fogo.

Abolição Violenta do Estado Democrático de Direito:

Artigo 359-L do Código Penal: Estabelece penas de reclusão de 4 a 8 anos para quem tentar abolir violentamente o Estado Democrático de Direito.

Golpe de Estado:

Artigo 359-M do Código Penal: Prevê penas de reclusão de 4 a 12 anos para quem tentar dar um golpe de Estado.

Dano Qualificado pela Violência e Grave Ameaça:

Artigo 163, parágrafo único, I, III e IV, do Código Penal: Define o dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, com penas de 6 meses a 3 anos.

Deterioração de Patrimônio Tombado:

Artigo 62, I, da Lei n. 9.605/1998: Estabelece penas de 1 a 3 anos de prisão para quem deteriorar patrimônio tombado.

Esses artigos e leis são a base das denúncias apresentadas pela PGR contra Jair Bolsonaro e outros 33 acusados.

Se condenado por todos os crimes, as penas podem somar até 28 anos de prisão.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

Golpe milionário

Sinproesemma é acusado de tentar golpe milionário em cima de professores maranhenses 



Uma polêmica que abala a categoria dos professores maranhenses: advogados e vice-governador se unem em defesa dos educadores

Em meio à expectativa pela liberação dos precatórios do antigo FUNDEF, uma nova crise se instala no estado. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipal do Maranhão (Sinproesemma) é acusado de tentar se apropriar indevidamente de 15% dos valores a serem pagos aos professores, através da contratação de um escritório de advocacia para acompanhar os processos, mesmo sem ter participado da ação judicial que garantiu o direito aos precatórios.

Ação judicial e a luta por justiça

A ação judicial que garantiu o direito aos precatórios foi movida pela Procuradoria Geral do Estado do Maranhão (PGE), e não pelo sindicato. No entanto, após a decisão judicial favorável, o Sinproessema contratou um escritório de advocacia e está cobrando 15% dos valores a serem recebidos pelos professores, a título de honorários advocatícios.

Diante dessa situação, os advogados Rogério Lago e Carlos Lula, juntamente com o vice-governador Felipe Camarão, representando 21 professores, ingressaram com uma ação judicial para impedir a cobrança abusiva dos 15%. Os autores da ação argumentam que o Sinproessema não tem legitimidade para cobrar honorários, uma vez que não foi a parte autora na ação judicial que garantiu o direito aos precatórios.

O caso no Supremo Tribunal Federal (STF)

O ministro do STF, Nunes Marques, já se manifestou sobre o caso, determinando o bloqueio de 15% dos valores destinados aos professores para pagamento de honorários aos advogados do Sinproesemma. No entanto, essa decisão está sendo contestada pelos advogados dos professores, que argumentam que a cobrança é ilegal e injusta. O caso deverá ser julgado pelo plenário do STF, e os advogados estão confiantes em uma decisão favorável aos professores.

O presidente do Sinproesemma e a traição à classe

Raimundo Oliveira, presidente do Sinproesemma, tem sido alvo de duras críticas por sua postura. Ao insistir na cobrança de 15% dos valores dos precatórios, o presidente do sindicato demonstra mais interesse em enriquecer ilicitamente do que em defender os direitos dos professores. Essa atitude configura uma verdadeira traição à classe que ele deveria representar. 

A traição da liderança sindical

O presidente do Sinproessema, Raimundo Oliveira, e o coordenador do sindicato em Pindaré Mirim, Michael, têm sido alvo de duras críticas por sua postura. Ao insistirem na cobrança de 15% dos valores dos precatórios, ambos demonstram mais interesse em enriquecer ilicitamente do que em defender os direitos dos professores. Essa atitude configura uma verdadeira traição à classe que deveriam representar.

A voz dos professores

O professor César Barroso, ex-presidente do Sindicato Municipal de Pindaré-Mirim (que aguarda emissão de Carta Sindical pelo MTE) e atual coordenador do Polemecast, um canal no YouTube que aborda temas relacionados à educação, tem alertado sobre o golpe que está sendo aplicado nos professores. Barroso afirma que uma das coordenações do Sinproesemma em Pindaré Mirim tem levado os professores a assinarem um acordo de pagamento de 12% dos valores dos precatórios, o que configura uma cobrança indevida. O professor César Barroso orienta os professores a não assinarem esse acordo e a buscar seus direitos.

A mobilização dos professores

A atitude do Sinproesemma gerou revolta entre os professores (que ajuizaram uma ação para não pagar 15% de honorários indevidos), que veem a cobrança como um golpe. A categoria está se mobilizando para denunciar essa prática e buscar seus direitos. É fundamental que os professores se unam e pressionem as autoridades competentes para que sejam tomadas as medidas necessárias para garantir a justiça nesse caso.

O que está em jogo?

Além do prejuízo financeiro para os professores, a cobrança indevida dos honorários coloca em xeque a já abalada credibilidade do Sinproesemma (que, caso receba indevidamente esses valores milionários, pode enriquecer ilicitamente) e levanta questionamentos sobre a atuação de alguns sindicatos. É fundamental que os professores estejam atentos e participem ativamente da defesa de seus direitos.

Palavras-chave: Sinproesemma, precatórios, professores maranhenses, honorários advocatícios, ação judicial, corrupção, justiça, STF, Nunes Marques, César Barroso, Polemecast



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