quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
Eleições do Sinproesemma Suspensas
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025
Professores em banho-maria
Pindaré-Mirim: 1/3 de férias dos professores em banho-maria e professor César Barroso assume a linha de frente na cobrança
Em Pindaré-Mirim, no Maranhão, a gestão do prefeito Alexandre Colares e da secretária de educação Rita Trindade está no centro de uma polêmica que afeta diretamente os professores da rede municipal. A causa da discórdia: o atraso no pagamento do 1/3 de férias, um direito constitucional que deveria ter sido pago em janeiro de 2025.
Atraso que se arrasta e milhões em jogo
Já se passaram quase dois meses do prazo legal, e os professores ainda não viram a cor do dinheiro. A situação se torna ainda mais revoltante diante da informação de que a prefeitura recebeu cerca de 20 milhões de reais do FUNDEB desde janeiro. A pergunta que ecoa na cidade é: onde está sendo investido esse montante?
Professor César Barroso na defesa da categoria
Diante da inércia do Sinproesemma, que deveria ser a voz dos professores, o professor César Barroso, ex-presidente do Sindicato Municipal de Pindaré-Mirim, tem se destacado na defesa da categoria. Barroso tem utilizado seu canal no YouTube, "Polemecast", para denunciar o atraso no pagamento do 1/3 de férias e cobrar uma ação da prefeitura.
Sinproesemma: de defensor a alvo de críticas
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipal do Maranhão (Sinproesemma), que deveria ser a voz dos professores, é agora alvo de críticas e desconfiança. A entidade é acusada de omissão e de "tapiar" os professores, utilizando membros da coordenação local para justificar o atraso e dar falsas promessas de pagamento.
A lei ao lado dos professores
A Constituição Federal, em seu artigo 7º, inciso XVII, é clara ao garantir o direito a férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal.
Além da CF/88 existe também o Estatuto dos Servidores Públicos do município, lei 655 de novembro de 2001 em seu art. 102 que determina: Independentemente de solicitação, será pago ao servidor, por ocasião das férias, um adicional correspondente a 1/3 (um terço) da remuneração daquele período. Na mesma esteira, o Plano de Carreira do Magistério, lei 828/11 em seu art. 57, inc. 1 e parágrafo 2º reafirma e complementa: O período de férias anuais do titular de cargo de professor será: 1 - Quando em função docente, de 45 dias (quarenta e cinco dias); 2º - Independentemente de solicitação, será pago ao servidor, por ocasião das férias, um adicional correspondente a 1/3 (um terço) no mês de janeiro de cada ano.
A retenção do salário, ou de parte dele, é uma prática que fere os direitos dos trabalhadores e que merece ser repudiada.
Revolta e indignação na sala de aula
A falta de pagamento do 1/3 de férias tem gerado revolta e indignação entre os professores de Pindaré-Mirim. A categoria se sente desrespeitada e desvalorizada pela gestão municipal, que parece não priorizar a educação e o bem-estar dos profissionais.
A luta continua e a sociedade unida
Diante da gravidade da situação, os professores de Pindaré-Mirim não se calam e exigem uma resposta da prefeitura e da secretaria de educação. A categoria cobra um posicionamento firme do Sinproesemma, que deve defender os direitos dos professores e pressionar a gestão municipal para que o pagamento seja efetuado o mais rápido possível.
É fundamental que a sociedade acompanhe de perto essa situação e cobre das autoridades uma gestão transparente e responsável dos recursos públicos. A luta pela valorização dos professores e pela qualidade da educação é um dever de todos.
Palavras-chave: Pindaré-Mirim, professores, 1/3 de férias, atraso, Sinproesemma, FUNDEB, Constituição Federal, direitos trabalhistas, César Barroso, Polemecast
PGR denuncia Bolsonaro
PGR denuncia Bolsonaro: delações Explosivas e Denúncias de Golpe: O Cerco se Fecha Sobre Bolsonaro
Hoje, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o ex-presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa armada2. A denúncia foi assinada pelo procurador-geral Paulo Gonet e inclui mais 33 envolvidos, entre eles ministros do governo anterior, como o general Augusto Heleno, Anderson Torres e Walter Braga Netto.
A PGR alega que Bolsonaro liderou uma organização criminosa que buscava executar uma ruptura democrática no Brasil em 2022 e 2023. A denúncia também menciona que Bolsonaro teria incentivado as manifestações golpistas promovidas após a eleição e que ele é apontado como um dos incitadores dos atos violentos de 8 de janeiro.
Aqui está um resumo das delações de Mauro Cid:
Monitoramento de Alexandre de Moraes: Mauro Cid afirmou que Jair Bolsonaro ordenou o monitoramento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, como parte de um plano golpista.
Consultas sobre golpe de Estado: Bolsonaro teria consultado comandantes das Forças Armadas sobre a possibilidade de um golpe de Estado.
Planos de violência: A delação revelou planos para prender e assassinar autoridades, incluindo o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.
Interferência no relatório das Forças Armadas: Bolsonaro teria interferido na conclusão do relatório das Forças Armadas sobre as urnas eletrônicas para alimentar dúvidas sobre o sistema eleitoral.
Esses são alguns dos principais pontos das delações de Mauro Cid.
Se condenado, as penas máximas somadas dos crimes podem chegar a 28 anos de prisão
Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, tem um histórico de denúncias e investigações que se intensificaram durante e após seu mandato. Aqui estão alguns dos principais pontos:
Denúncia de hoje:
A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa armada.
- Ataques ao sistema eleitoral: Desde 2021, Bolsonaro adotou um discurso de ruptura institucional, questionando a segurança das urnas eletrônicas e promovendo desinformação sobre o sistema eleitoral.
- Tentativa de golpe de Estado: A PGR afirma que Bolsonaro liderou uma organização criminosa que tentou subverter o resultado das eleições de 2022, culminando nos atos violentos de 8 de janeiro de 2023.
- Envolvimento de aliados: Além de Bolsonaro, outros 33 indivíduos, incluindo ministros do governo anterior, foram denunciados por participação na organização criminosa e nos planos golpistas.
- Planos de violência: A denúncia menciona planos para prender e assassinar autoridades, incluindo o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.
- Abolição violenta do Estado Democrático de Direito: Pena de reclusão de 4 a 8 anos.
- Golpe de Estado: Pena de reclusão de 4 a 12 anos.
- Organização criminosa armada: Pena de reclusão de 3 a 8 anos, podendo ser agravada se o condenado exercer o comando da organização.
Legislação que tipifica e prever crimes
Aqui está um resumo dos artigos e leis que definem e preveem as penas e os crimes relacionados pela Procuradoria-Geral da República (PGR):
Organização Criminosa Armada:
Artigo 2º, caput, §§2º, 3º e 4º, II, da Lei n. 12.850/2013: Define a organização criminosa armada e prevê penas de reclusão de 3 a 8 anos, podendo ser aumentadas em até 4 anos se houver emprego de arma de fogo.
Abolição Violenta do Estado Democrático de Direito:
Artigo 359-L do Código Penal: Estabelece penas de reclusão de 4 a 8 anos para quem tentar abolir violentamente o Estado Democrático de Direito.
Golpe de Estado:
Artigo 359-M do Código Penal: Prevê penas de reclusão de 4 a 12 anos para quem tentar dar um golpe de Estado.
Dano Qualificado pela Violência e Grave Ameaça:
Artigo 163, parágrafo único, I, III e IV, do Código Penal: Define o dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, com penas de 6 meses a 3 anos.
Deterioração de Patrimônio Tombado:
Artigo 62, I, da Lei n. 9.605/1998: Estabelece penas de 1 a 3 anos de prisão para quem deteriorar patrimônio tombado.
Esses artigos e leis são a base das denúncias apresentadas pela PGR contra Jair Bolsonaro e outros 33 acusados.
Se condenado por todos os crimes, as penas podem somar até 28 anos de prisão.
A NOTÍCIA E A CRÍTICA É AQUI!
📢 Milhões em Caixa
📢 Milhões em Caixa, Férias Sem Terço: O Abandono dos Professores em Pindaré-Mirim O direito acabou, as férias passaram, mas o pagamento nã...

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