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sábado, 22 de março de 2025

PERDEU MANÉ

Por que uma mulher bolsonarista foi condenada a 14 anos de prisão no voto de Alexandre de Moraes?

 

Mulher que escreveu "Perdeu mané" na estátua da justiça em frente ao STF no dia 8 de janeiro

O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou mais seis pessoas envolvidas nos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023. As penas variam de um ano de detenção — substituída por restrição de direitos — a 14 anos de prisão.


Já ouviu falar da bolsonarista que acabou sentenciada a 14 anos de cadeia? O caso vai bem além do famoso “Perdeu, Mané” que virou meme por aí. É uma história cheia de acusações pesadas que está mexendo com os ânimos na política e na justiça brasileira — e mostrando que o Supremo não está pra brincadeira.

 

Tudo gira em torno de uma mulher que, segundo as investigações, foi além de simplesmente gritar suas opiniões nas redes ou nas ruas. Ela teria colocado a mão na massa em atos que ameaçaram a democracia brasileira, especialmente ligados aos eventos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores de Jair Bolsonaro invadiram e quebraram tudo em prédios públicos de Brasília. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, comandou o processo que terminou com essa condenação, e o recado foi claro: quem tenta bagunçar o país paga caro.

 

Mas o que ela fez pra pegar 14 anos? A sentença veio de uma combinação de crimes sérios apontados pelo Ministério Público: associação criminosa, incitação ao crime e tentativa de golpe de Estado. Isso significa que, para os investigadores, ela não só participou de grupos organizados com intenções antidemocráticas, como também ajudou a espalhar ideias perigosas e a planejar ações que poderiam derrubar o governo eleito. Não foi só discurso — tinha ação por trás.

 

Do lado da defesa e dos apoiadores dela, o papo é outro. Eles batem na tecla de que isso é perseguição política pura, uma jogada do STF pra calar quem apoia Bolsonaro. O “Perdeu, Mané”, que Moraes soltou pra manifestantes em um momento de tensão, virou símbolo pra eles de um suposto abuso de poder contra a direita. Mas, pra Justiça, não é sobre opinião ou liberdade de expressão: são provas — mensagens, vídeos, movimentações — que a colocaram no centro de algo bem maior.

 

O julgamento já rolou, e a pena de 14 anos saiu como um marco. Não é só sobre essa mulher, mas sobre o que o STF quer sinalizar: mexeu com a democracia, enfrentou as consequências. Só que o caso dela reacendeu a briga sobre até onde vai o direito de se expressar e onde começa o crime. Será que a punição foi justa ou exagerada? E o que isso diz sobre o Brasil de hoje, ainda tão rachado entre esquerda e direita? Uma coisa é certa: essa condenação vai ficar na memória — e no debate — por um tempo danado.

 

Relação de crimes citados na decisão de Moraes (extraída do texto acima):



Com base no contexto da matéria reescrita sobre a mulher condenada, os crimes mencionados no texto que justificam a pena de 14 anos são:

 

1. Associação Criminosa: Participação em um grupo organizado para praticar atos contra a ordem democrática.

2. Incitação ao Crime: Estimular ou incentivar publicamente ações criminosas que ameaçam as instituições.

3. Tentativa de Golpe de Estado: Envolvimento em planos ou atos para subverter o governo eleito, como os ligados ao 8 de janeiro.

 

O STF está sendo implacável com os golpistas. o que você? Está pesado ou justo para golpistas? Deixe sua opinião.

sexta-feira, 21 de março de 2025

CONCURSADOS PODEM ASSUMIR EM ABRIL

 Pindaré Mirim: Ano Letivo Atrasado e Pressão do MPMA Sacodem a Educação Municipal




A cidade de Pindaré Mirim, no Maranhão, enfrenta um cenário educacional preocupante. O ano letivo de 2024 ainda não começou para muitos estudantes da rede municipal, um atraso que se arrasta desde o início do ano e que agora ganha contornos mais dramáticos com a intervenção do Ministério Público do Maranhão (MPMA).


A raiz do problema reside no não cumprimento de um acordo firmado entre a prefeitura, o MPMA, concursados e o juiz local no fórum da cidade. O prefeito, mesmo após se comprometer, não realizou a convocação dos professores e demais aprovados em concurso público, deixando diversas escolas sem profissionais e, consequentemente, sem aulas.


A situação chegou a um ponto crítico, culminando em uma manifestação do MPMA que exige medidas drásticas da Justiça. Entre as solicitações, destacam-se:


Prefeitura de Pindaré Mirim


Bloqueio de 60% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM): Uma medida extrema para pressionar a prefeitura a cumprir o acordo.

  1. Demissão em massa de todos os contratados e ocupantes de cargos previstos no concurso de 2016: Uma tentativa de forçar a administração a priorizar os concursados.
  2. Proibição de novas contratações: Uma forma de impedir que a prefeitura continue burlando o concurso público.


A forte reação do MPMA demonstra a gravidade da situação e a determinação em garantir o direito à educação dos estudantes de Pindaré Mirim. A pressão exercida pela manifestação parece ter surtido efeito, colocando a administração municipal em uma posição delicada.


A comunidade local, pais e alunos, acompanham de perto o desenrolar dos acontecimentos, na esperança de que as medidas judiciais tragam uma solução rápida e definitiva para o impasse. A expectativa é que a prefeitura finalmente cumpra o acordo, convoque os professores concursados e garanta o início do ano letivo para todos os estudantes.

Segundo nossas fontes parece que o prefeito ja anunciou em reunião com o secretariado que pretende chamar os concursados de 2016 agora no mes de abril.


A situação em Pindaré Mirim serve de alerta para a importância do cumprimento de acordos e do respeito aos direitos dos servidores e, principalmente, dos estudantes. A educação é um direito fundamental, e sua negligência causa impactos negativos para toda a sociedade.

FUNDEB - PINDARÉ MIRIM

Pindaré-Mirim Recebe R$ 1,6 Milhão do Fundeb Até 20 de Março: Entenda a Aplicação dos Recursos



A Prefeitura de Pindaré-Mirim, no Maranhão, recebeu até o dia 20 de março de 2025 um total de R$ 1.633.267,70 provenientes do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Esse recurso é essencial para o financiamento da educação básica no município, mas sua aplicação segue regras específicas determinadas pela legislação, garantindo que os investimentos sejam direcionados de forma equilibrada e transparente.

 

Subdivisão Legal dos Recursos do Fundeb

A Lei do Fundeb estabelece uma divisão clara para a aplicação dos valores recebidos: 

-70% devem ser destinados à remuneração dos profissionais da educação, como professores, diretores, pedagogos e outros trabalhadores diretamente envolvidos no ensino. No caso de Pindaré-Mirim, isso significa que, do total recebido até agora, cerca de R$ 1.143.287,39 devem ser usados para pagar salários e benefícios desses profissionais, valorizando o trabalho de quem está na linha de frente da educação. 

-30% restantes, equivalente a aproximadamente R$ 489.980,31, são direcionados às demais necessidades da educação, como manutenção de escolas, compra de materiais didáticos, reformas, transporte escolar e melhorias na infraestrutura. Essa parcela é fundamental para garantir que as escolas tenham condições adequadas para o aprendizado.

 

Essa divisão legal busca equilibrar a valorização dos profissionais da educação com a manutenção de um ambiente escolar de qualidade, promovendo uma educação mais justa e eficiente.

 

Mais Recursos Até o Fim do Mês




Vale destacar que o valor de R$ 1.633.267,70 recebido até 20 de março não é o total que Pindaré-Mirim terá direito neste mês. O Fundeb é repassado em 13 parcelas anuais, de janeiro a janeiro do ano seguinte, e até o fim de março ainda serão depositados mais milhões para completar a cota mensal do município. De acordo com estimativas nacionais, o Fundeb para 2025 soma R$ 325,5 bilhões, um aumento de 6,48% em relação a 2024, o que indica que os repasses mensais para os municípios brasileiros, incluindo Pindaré-Mirim, devem ser significativos. Assim, a prefeitura ainda receberá um complemento nos próximos dias, garantindo mais recursos para a educação local.

 

Importância do Fundeb para Pindaré-Mirim

O Fundeb é um pilar essencial para a educação pública em Pindaré-Mirim, especialmente em um contexto de desafios financeiros enfrentados por muitos municípios brasileiros. Com esses recursos, a prefeitura pode investir na melhoria das escolas, na capacitação de professores e na garantia de um ensino de qualidade para crianças e jovens. No entanto, é fundamental que a aplicação desses valores seja feita com transparência e responsabilidade, respeitando a divisão legal e priorizando as reais necessidades da educação no município.

 

A população de Pindaré-Mirim pode acompanhar a gestão desses recursos por meio de canais oficiais da prefeitura e exigir que os investimentos sejam feitos de forma a beneficiar diretamente os estudantes e os profissionais da educação. A educação é um direito de todos, e o Fundeb é uma ferramenta poderosa para transformar essa garantia em realidade.

 

Fique atento às próximas atualizações sobre os repasses do Fundeb e os projetos educacionais em Pindaré-Mirim!

A NOTÍCIA E A CRÍTICA É AQUI!

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