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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Justiça Derruba Liminar

Eleições do Sinproesemma Liberadas: Justiça Derruba Liminar e Processo Volta a Andar


As eleições do Sindicato dos Professores do Maranhão, o Sinproesemma, estão de volta ao jogo. Depois de serem suspensas por uma decisão judicial na manhã desta quarta-feira (26), a liminar que travava o processo eleitoral foi derrubada no fim do dia pelo Tribunal de Justiça do Maranhão. A notícia traz alívio pra quem aguardava a escolha da nova direção do sindicato, mas mantém a polêmica viva entre os professores da rede pública do estado.
Pra quem perdeu o começo da história: as eleições foram paralisadas após a Chapa 3, uma das concorrentes, entrar na Justiça com denúncias de irregularidades. Eles apontaram problemas como urnas que sumiram, falta de uma lista clara de quem podia votar em cada cidade e o uso de urnas itinerantes de um jeito que, segundo eles, desrespeitava as regras do sindicato. O caso foi parar no agravo de instrumento nº 0804416-51.2025.8.10.0000, e a Justiça aceitou o pedido, suspendendo tudo mais cedo.
Mas a novela deu uma reviravolta. A Comissão Eleitoral e outros envolvidos correram atrás e conseguiram convencer o Tribunal de Justiça a rever a decisão (CLIQUE AQUI E LEIA A DECISÃO NA ÍNTEGRA). O argumento? Não havia provas suficientes pra manter a eleição parada, e a suspensão podia prejudicar ainda mais o processo e os professores que dependem do sindicato. Com a liminar caindo, as eleições voltam a ser válidas e devem seguir o cronograma – ou ganhar uma nova data, dependendo do que a Justiça decidir em seguida.
O Sinproesemma é o sindicato que representa os professores das escolas públicas estaduais do Maranhão, uma categoria que já enfrenta muitos desafios no dia a dia. Essas eleições são chave pra definir quem vai brigar por melhores salários, condições de trabalho e direitos nos próximos anos. Só que, com essa confusão toda, muita gente tá se perguntando: será que o processo vai ser justo mesmo?
Por enquanto, a bola tá com a Comissão Eleitoral, que deve dar um posicionamento oficial em breve. A categoria fica de olho, esperando pra ver se as urnas – itinerantes ou não – vão finalmente decidir o futuro do sindicato. E a Justiça? Ela continua acompanhando de perto pra garantir que tudo siga nos trilhos.
O que você acha dessa história? Será que agora a eleição deslancha ou ainda vem mais polêmica por aí? Deixa seu palpite nos comentários e fica ligado aqui no blog pra saber os próximos capítulos!

Eleições do Sinproesemma Suspensas

Eleições do Sinproesemma Suspensas: Justiça Aponta Irregularidades no Processo Eleitoral


As eleições do Sindicato dos Professores do Maranhão, o Sinproesemma, estão suspensas por ordem da Justiça. A decisão, tomada nesta quarta-feira (26), pegou de surpresa a Comissão Eleitoral, que foi notificada logo pela manhã. O motivo? Uma série de denúncias de irregularidades que, segundo a Chapa 3, comprometeram a lisura do processo. O caso agora está nas mãos do Tribunal de Justiça do Maranhão, e as eleições só voltam a acontecer quando houver uma nova determinação judicial.
Tudo começou com um agravo de instrumento, registrado sob o número 0804416-51.2025.8.10.0000, que a Chapa 3 levou à Justiça. Eles alegam que a Comissão Eleitoral, responsável por organizar a votação, cometeu falhas graves. Entre as acusações estão a supressão de urnas – ou seja, urnas que simplesmente sumiram ou não foram instaladas onde deveriam –, a falta de uma lista clara de votantes para cada município e o uso irregular de urnas itinerantes, algo que, segundo os denunciantes, vai contra o regimento do sindicato.
Pra quem não está familiarizado, o Sinproesemma é o sindicato que representa os professores da rede pública estadual no Maranhão. Essas eleições são um momento importante pra categoria, já que definem quem vai lutar pelos direitos dos educadores nos próximos anos. Mas, com essas denúncias, o processo virou um campo de batalha judicial.
A Comissão Eleitoral ainda não se pronunciou oficialmente sobre a suspensão, mas a decisão da Justiça já está valendo. Enquanto isso, os professores ficam na expectativa: será que as irregularidades vão ser comprovadas? E o que acontece com a eleição agora?
A suspensão não é só um problema interno do sindicato – ela joga luz sobre a importância de um processo eleitoral transparente, seja em um sindicato, seja em qualquer outra instituição. A Justiça agora vai analisar as provas e decidir os próximos passos. Até lá, as urnas – ou o que sobrou delas – ficam guardadas, e a categoria espera por respostas.
Veja como andam os acontecimentos:



Fique ligado aqui no blog pra acompanhar as novidades desse caso. O que você acha dessa confusão toda? Deixa sua opinião nos comentários!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Professores em banho-maria

Pindaré-Mirim: 1/3 de férias dos professores em banho-maria e professor César Barroso assume a linha de frente na cobrança

Em Pindaré-Mirim, no Maranhão, a gestão do prefeito Alexandre Colares e da secretária de educação Rita Trindade está no centro de uma polêmica que afeta diretamente os professores da rede municipal. A causa da discórdia: o atraso no pagamento do 1/3 de férias, um direito constitucional que deveria ter sido pago em janeiro de 2025.

Atraso que se arrasta e milhões em jogo



Já se passaram quase dois meses do prazo legal, e os professores ainda não viram a cor do dinheiro. A situação se torna ainda mais revoltante diante da informação de que a prefeitura recebeu cerca de 20 milhões de reais do FUNDEB desde janeiro. A pergunta que ecoa na cidade é: onde está sendo investido esse montante?

Professor César Barroso na defesa da categoria

Diante da inércia do Sinproesemma, que deveria ser a voz dos professores, o professor César Barroso, ex-presidente do Sindicato Municipal de Pindaré-Mirim, tem se destacado na defesa da categoria. Barroso tem utilizado seu canal no YouTube, "Polemecast", para denunciar o atraso no pagamento do 1/3 de férias e cobrar uma ação da prefeitura.


Sinproesemma: de defensor a alvo de críticas

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipal do Maranhão (Sinproesemma), que deveria ser a voz dos professores, é agora alvo de críticas e desconfiança. A entidade é acusada de omissão e de "tapiar" os professores, utilizando membros da coordenação local para justificar o atraso e dar falsas promessas de pagamento.

A lei ao lado dos professores

A Constituição Federal, em seu artigo 7º, inciso XVII, é clara ao garantir o direito a férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal. 

Além da CF/88 existe também o Estatuto dos Servidores Públicos do município, lei 655 de novembro de 2001 em seu art. 102 que determina: Independentemente de solicitação, será pago ao servidor, por ocasião das férias, um adicional correspondente a 1/3 (um terço) da remuneração daquele período. Na mesma esteira, o Plano de Carreira do Magistério, lei 828/11 em seu art. 57, inc. 1 e parágrafo 2º reafirma e complementa: O período de férias anuais do titular de cargo de professor será: 1 - Quando em função docente, de 45 dias (quarenta e cinco dias); 2º - Independentemente de solicitação, será pago ao servidor, por ocasião das férias, um adicional correspondente a 1/3 (um terço) no mês de janeiro de cada ano.

A retenção do salário, ou de parte dele, é uma prática que fere os direitos dos trabalhadores e que merece ser repudiada.

Revolta e indignação na sala de aula

A falta de pagamento do 1/3 de férias tem gerado revolta e indignação entre os professores de Pindaré-Mirim. A categoria se sente desrespeitada e desvalorizada pela gestão municipal, que parece não priorizar a educação e o bem-estar dos profissionais.

A luta continua e a sociedade unida

Diante da gravidade da situação, os professores de Pindaré-Mirim não se calam e exigem uma resposta da prefeitura e da secretaria de educação. A categoria cobra um posicionamento firme do Sinproesemma, que deve defender os direitos dos professores e pressionar a gestão municipal para que o pagamento seja efetuado o mais rápido possível.

É fundamental que a sociedade acompanhe de perto essa situação e cobre das autoridades uma gestão transparente e responsável dos recursos públicos. A luta pela valorização dos professores e pela qualidade da educação é um dever de todos.

Palavras-chave: Pindaré-Mirim, professores, 1/3 de férias, atraso, Sinproesemma, FUNDEB, Constituição Federal, direitos trabalhistas, César Barroso, Polemecast

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📢 Milhões em Caixa

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