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quarta-feira, 12 de março de 2025

ELEIÇÕES SINPROESSEMA

Sinproesemma: Eleições em Meio a Acusações de Desvio de Precatórios e Contratação Ilegal de Escritório Advocatício


Raimnudo Oliveira - Presidente do Sinproessema



As eleições do Sindicato dos Professores e Professoras da Rede Pública Estadual do Maranhão (Sinproesemma) seguem gerando polêmica e debates acalorados entre os profissionais da educação. O pleito, realizado recentemente, tem sido alvo de questionamentos por parte das chapas 2 e 3, que contestam a legitimidade do resultado e apontam uma série de irregularidades no processo eleitoral.

Baixa Adesão e Questionamentos Legais


Júlio Pinheiro, candidato chapa 2

Um dos pontos centrais da controvérsia é a baixa adesão dos filiados ao sindicato. Dos 33 mil professores aptos a votar, apenas 8 mil compareceram às urnas. A chapa 2, liderada pelo professor Julio Pinheiro, alega que os 25 mil professores ausentes atenderam ao seu chamado, após as eleições terem sido questionadas na justiça por "irregularidades sérias". A justiça chegou a suspender e, posteriormente, restabelecer o pleito.

Acusações de Uso da Máquina, Contratação Ilegal de Escritório e Disputa por Precatórios

Tanto a chapa 2 quanto a chapa 3 acusam a chapa 1, do atual presidente Raimundo Oliveira, de utilizar a máquina do sindicato para favorecer sua candidatura. Oliveira busca um terceiro mandato, o que, segundo as chapas de oposição, seria motivado pelo interesse em "surrupiar" os quase 500 milhões de reais referentes aos precatórios do Fundef, recursos destinados à valorização dos profissionais da educação.

As acusações se intensificaram com a denúncia de que Raimundo Oliveira teria contratado ilegalmente um escritório de advocacia para "meter a mão" nos precatórios. As chapas de oposição alegam que o escritório não atuou na causa e que a contratação demonstra um "forte e desavergonhado interesse pessoal" de Oliveira em relação ao dinheiro dos professores.

Anulação e Novas Eleições na Mira da Justiça

Diante das acusações e da baixa participação, as chapas 2 e 3 já acionaram a justiça para pedir a anulação do pleito e a convocação de novas eleições. Ambas as chapas não reconhecem o resultado que concedeu um terceiro mandato a Raimundo Oliveira, e prometem lutar para garantir a transparência e a democracia no Sinproesemma.

Aguardando Decisão Judicial

A decisão sobre a validade das eleições do Sinproesemma agora está nas mãos da justiça. A comunidade de professores do Maranhão aguarda ansiosamente o desfecho desse imbróglio, que tem gerado grande apreensão e incerteza sobre o futuro do sindicato.

2 comentários:

Anônimo disse...

Essa eleição foi suspensa pela Justiça. A direção do sindicato promoveu ilegalmente a eleição mesmo com a suspensão judicial. Derrubaram a suspensão as 14 horas. Muitos docentes não votaram por inúmeros motivos que circundam essa suspensao judicial. Como uma eleição que aconteceu dessa forma pode ser considerada legitima?

Anônimo disse...

Uma eleição marcada por irregularidades não pode ser validada pela Justiça! A desorganização e a falta de informação intencionais da Comissão eleitoral e da diretoria do Sinproesemma impediram que centenas de profissionais da educação votassem no último dia 26/02. A máfia das urnas itinerantes se sobrepôs ao processo democrático do voto. Colégios eleitorais com mais de 500 aptos ao voto apresentando um único, apenas um voto, que foi o escandaloso caso de Imperatriz! Urnas lacradas antes do término da votação! Urnas "dormindo" na casa de presidente de seção! Professores sem saber o horário que a urna grávida, ops, itinerante estaria seu município. Urnas que sumiram! Fiscais de chapa descredenciados no último momento! Chapas abusando do poder econômico, o caso da Chapa 1, com inserções diretas de propaganda nas rádios, na tv, bus door, entre outros recursos tirados do nosso dinheiro! Muitas a abjetas irregularidades caracterizaram o pleito do dia 26/02. Reivindicamos novas datas para a realização de uma eleição transparente e verdadeiramente democrática.

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